Riviera um polo gerador de empregos

Riviera de São Lourenço é um polo gerador de empregos na região de Bertioga

Bairro planejado já chegou a oferecer quase 7 mil empregos diretos. Aumento de moradores fixos amplia demanda por serviços.

Por SOBLOCO Construtora

A Riviera de São Lourenço, em Bertioga, tem funcionado como um polo de atração de investimentos e geração de oportunidades para trabalhar, sempre com o cuidado de promover o desenvolvimento sustentável na região do litoral norte de São Paulo.

O bairro planejado e empreendido pela Sobloco Construtora chegou a oferecer quase 7 mil empregos diretos, sendo 5 mil fixos e 1,5 mil temporários (decorrentes dos eventos de verão), além de outros milhares de empregos indiretos.

A expansão do home office e as normas de isolamento social impostos pela pandemia de Covid-19 trouxeram para o bairro planejado um aumento de 200% em sua população, passando de 8 mil residentes fixos, (fora da alta temporada e feriados) para cerca de 24 mil. Com o retorno das aulas presenciais, o bairro viu sua população estabilizar em torno dos 16 mil habitantes fixos.

Esses novos moradores buscam uma melhor qualidade de vida ao estarem mais próximos da natureza neste bairro que se tornou uma inegável referência em planejamento urbano. Esse movimento gerou uma maior procura por serviços e pelo comércio e, inevitavelmente, um aumento no número de empregos.

A Riviera é um grande polo gerador de serviços. Somente a Associação dos Amigos da Riviera, entidade que administra o bairro, conta com mais de 500 funcionários, sendo a segunda maior empregadora do município, atrás somente da Prefeitura.

O empreendimento ocupa 1,8% da área Bertioga e contribui com aproximadamente 50% do IPTU arrecadado no município. Somente contabilizando os empregos diretos, a Riviera gera, atualmente, uma folha salarial média anual de R$ 200 milhões, resultado este internalizado no próprio município.

O prefeito de Bertioga, Caio Matheus, reconhece a contribuição que o bairro planejado traz para a cidade.

“Além de ser responsável pela geração de milhares de empregos diretos e indiretos, a Riviera tem participação relevante na receita tributária do município”, afirma.

A Riviera é um mundo de oportunidades


Estudante do último semestre de arquitetura e urbanismo, Bárbara Velez, de 32 anos, deixou Mogi das Cruzes para trabalhar na Riviera há cinco anos. Ela diz que entregou um currículo e no mês seguinte já estava empregada.
Bárbara mora em Bertioga com o marido, que é engenheiro.
“Ele abriu uma empresa na área da construção civil e também trabalha aqui. A Riviera tem um mundo de oportunidades, especialmente na nossa área. Nós nunca ficamos parados”, conta.
Ela apresenta o bairro planejado para potenciais compradores que procuram o Sistema Integrado de Vendas (SIV) e também conduz visitas monitoradas em escolas e universidades.“Eu apresento os bastidores da Riviera, o que é feito para o empreendimento funcionar tão bem, tudo o que tem por trás da praia limpa, como por exemplo o tratamento da água, esgoto e a coleta seletiva. Todos saem extremamente encantados com o bairro”.

Bárbara Velez, estudante de arquitetura e urbanismo, diz que Riviera tem diversas oportunidades para todas as profissões — Foto: Arquivo Sobloco Construtora – Divulgação

“Essa experiência foi uma escola para mim. O empreendimento é um modelo que agrega conhecimento para qualquer estudante de arquitetura, tanto que inspirou o meu trabalho de conclusão de curso”, acrescenta. Durante a pandemia, ela afirma que foi sensível o aumento da procura por imóveis no bairro. “Os compradores querem fugir da loucura dos grandes centros urbanos, mas buscam um lugar seguro e com boa infraestrutura e encontram tudo isso aqui”.

Uma oportunidade incrível

A violinista Milena Giraud, de 21 anos, atua hoje como professora de musicalização infantil na Fundação 10 de Agosto, instalada na Riviera e que leva educação e cultura para moradores de Bertioga. Porém, seu primeiro trabalho no bairro foi temporário, na pista de gelo que é montada durante as férias. “Trabalhava mais ou menos um mês na Riviera, mas já conseguia um dinheirinho que eu podia guardar para comprar coisas que eu precisava. Desde cedo, eu queria trabalhar para ter o que é meu”, conta. Milena passou a frequentar o bairro após entrar para a Fundação, onde se dedicava à prática do violino. “A quarta-feira era o dia mais legal da minha semana. Eu vinha aqui encontrar os meus amigos, tocar o instrumento que eu amo e ficava até enrolando para ir embora”, relembra.

Violinista Milena Giraud é professora na Fundação 10 de Agosto, instituição que leva cultura aos moradores de Bertioga — Foto: Arquivo Sobloco Construtora – Divulgação

A paixão por violino fez ela realizar licenciatura em música e durante o estágio descobriu o gosto por ensinar. “No começo, eu não queria ser professora, mas no estágio eu me apaixonei pela educação infantil. Eu adorava as turmas do berçário até os seis anos. Virei a Tia Milena”, conta. Na Fundação 10 de Agosto, Milena tem cerca de 50 alunos. “Essa foi uma oportunidade incrível, porque eu trabalho com pessoas que eu considero da minha família. Meus alunos são meus amigos. Eu saio de casa para ser feliz aqui”, enfatiza.

Um paraíso

Essa capacidade de atração de mão de obra do empreendimento não é recente. Hugo Rodrigues Bezerra, de 58 anos, deixou a cidade de Umari, no Ceará, a convite do irmão para vir para a Riviera há mais de 30 anos. Hoje, o antigo agricultor trabalha na Loja do Viveiro, que comercializa plantas. “Eu faço de tudo, planto, vendo, oriento os clientes a cuidar das plantas”, conta. Desde sua chegada à Riviera, Hugo já desempenhou diversas atividades, entre elas, participou das frentes do Clorofila, programa de educação ambiental mantido pela Sobloco nas escolas de Bertioga. “Não tenho ideia de quantas mudas já plantei e cuidei por aqui. Eu faço isso com muito carinho. Eu também ensino quem está chegando a tratar a natureza com muito respeito, lembrando sempre que a planta é um ser vivo”, afirma.

Hugo Rodrigues Bezerra trabalha há mais de 30 anos na Riviera de São Lourenço e conta que se acostumou a viver no litoral paulista — Foto: Arquivo Sobloco Construtora – Divulgação

Apesar da dificuldade inicial para se adaptar ao frio, Hugo diz que se acostumou à vida no litoral paulista. “Isso tudo verdinho é um paraíso para mim. Eu agradeço muito à Riviera, porque foi uma escola de vida. Vejo o quanto ela contribui para Bertioga. A maioria das pessoas que tem boas condições, foi o resultado do trabalho aqui na Riviera”, finaliza.

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